A transmissão ocorrerá pelo sistema JE-Connect, utilizado pela Justiça Eleitoral para encaminhar arquivos das urnas, assinados digitalmente, aos sistemas responsáveis pela totalização. Segundo a Justiça Eleitoral, a conexão via satélite funciona apenas como meio de transmissão e não interfere no funcionamento da urna eletrônica. Entre os estados com maior número de terminais previstos estão Amazonas e Pará, com 350 cada, Mato Grosso, com 117, e Acre, com 91. No Amazonas, o TRE-AM prevê ainda uma operação ampliada, com 420 antenas Starlink Mini destinadas principalmente a comunidades ribeirinhas, localidades isoladas e aldeias indígenas.
A Justiça Eleitoral afirma que as urnas continuarão isoladas de internet, Wi-Fi e Bluetooth. A comunicação por satélite será utilizada somente para transportar os arquivos produzidos após o término da votação, mantendo os mecanismos de segurança aplicados aos dados eleitorais.
(Fonte: danuzioneto) Imagem ilustrativa gerada por IA destinada a fins informativos
O pedido buscava obter registros de voos do jato executivo Falcon 7X, de prefixo PS-FST, realizados entre os dias 10 e 20 de novembro de 2025.
O período inclui a data em que Vorcaro foi preso no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, quando se preparava para embarcar com destino a Malta, na Europa.
POR QUE A FAB NEGOU AS INFORMAÇÕES?
O Comando da Aeronáutica fundamentou a negativa no artigo 31 da Lei de Acesso à Informação, que permite restringir por até 100 anos o acesso a dados pessoais relacionados à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem.
Segundo a justificativa, a divulgação dos registros poderia revelar a identidade dos passageiros e permitir a reconstrução de seus deslocamentos.
A restrição não significa necessariamente que tenha sido decretado sigilo de segurança nacional, mas impede o acesso público às informações solicitadas.
PROMESSA DE LULA EM 2022 VOLTA AO DEBATE
Durante a campanha presidencial de 2022, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o chamado sigilo de 100 anos e prometeu combater esse tipo de prática, então associado às decisões do governo Jair Bolsonaro.
Agora, durante seu governo, a utilização do mesmo dispositivo legal pela FAB reacende o debate sobre transparência pública e o acesso a informações de interesse coletivo.

Uma publicação do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) alcançou números impressionantes de engajamento em apenas três horas, ultrapassando 58 milhões de visualizações, 5,1 milhões de curtidas, 748 mil comentários, 1,8 milhão de republicações e 1,9 milhão de compartilhamentos, conforme os números informados e exibidos na publicação.
Em meio à repercussão, o vídeo passou a apresentar a mensagem “Esta música está temporariamente indisponível”, deixando o conteúdo sem áudio para usuários do Instagram.
A situação levantou questionamentos nas redes sociais sobre uma possível restrição da Meta. Até o momento, não há confirmação sobre o motivo da indisponibilidade do áudio.
O texto permite o uso eventual de transporte custeado pelo Senado em situações relacionadas ao mandato, como missões oficiais, compromissos institucionais, deslocamentos de delegações parlamentares e necessidades excepcionais de segurança. A proposta também prevê a divulgação mensal dos trajetos e custos, auditorias anuais e sanções para uso irregular, incluindo ressarcimento das despesas e multas administrativas.
Caso seja aprovado, o projeto estabelece prazo de até 30 dias após a publicação da resolução para encerrar a destinação individualizada de veículos e motoristas. A Comissão Diretora teria até 60 dias para regulamentar as mudanças, enquanto um relatório sobre os gastos anteriores e a economia estimada deveria ser divulgado em até 90 dias. Por enquanto, a medida é uma proposta e não altera as regras em vigor.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) apresentou, no domingo (dia 11), uma notícia-crime à Justiça Eleitoral contra Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal (PF), por suspeita de uso da estrutura da corporação para favorecer o PT nas eleições de 2026.
O pedido questiona o anúncio, feito por Rodrigues em 4 de outubro, dia do primeiro turno, de uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. A defesa de Flávio argumenta que a divulgação da investigação naquele momento poderia beneficiar eleitoralmente Lula.
A apuração preliminar foi posteriormente arquivada pela PF por ausência de justa causa. A Procuradoria-Geral da República também havia arquivado o pedido inicial da Advocacia-Geral da União por falta de elementos mínimos de prova.
A defesa pede que o caso seja analisado pelo Ministério Público Eleitoral, alegando possível violação à legislação que proíbe o uso de órgãos públicos para beneficiar partidos ou organizações políticas.
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