segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

11fev2022 - Chuvas causam transtorno em municípios do Leste Mineiro

Muita gente perdeu tudo o que tinham dentro de suas casas que foram inundadas e, em algumas delas, a água atingiu até mais de um metro, como o caso de Pocrane que, além de suas ruas inundadas, casas invadidas pela enxurrada.
Chuvas torrenciais em Taparuba, Pocrane, Ipanema e Conceição de Ipanema tem causado muito transtorno e destruição para o povo desses municípios.




Na cidade de Conceição de Ipanema a água do Rio José Pedro (o mesmo que corta outras cidades da região) o povo ficou assustado com a rápida elevação do nível do rio.

Dali, de Conceição de Ipanema, os demais municípios  começam a se prevenir pois com a subida do nível ali, serve de termômetro para os demais se prevenirem com o que pode acontecer. Pois os municípios que podem ser invadidos  pela chuvas  são Pocrane, Taparuba, pois ou são cortados por ribeirões, córregos ou mesmo o Rio José Pedro que podem causar estragos.


Ipanema, que está no meio desse caminho (entre Conceição de Ipanema e Pocrane) tem o privilégio de estar em situação bastante confortável em se falando de enchentes, pois está bem maios alta que as margens do rio e os alagamentos que acontecem são, a maioria, em loteamentos sem infraestrutura adequada e que causa essa situação.

Os casos que se tem conhecimento são apenas daquelas pessoas que tem suas casas à beira do rio e que poucas são afetadas quando o nível das águas sobe muito. 

A  Avenida Sete de Setembro ficou alagada e com a água chegando às portas das lojas, pois a maioria de imóveis na avenida é de pontos comerciais. Os pontos que mais foram notados foi na altura da atual "rodoviária", e as águas chegaram a invadir umas garagem subterrânea, causando transtornos.

Na altura do número 950 (e próximos) a água faltou pouco para adentrar nas lojas comerciais. Mesmo assim ainda houve quem perdesse bastante itens como móveis, roupas e utensílios domésticos perdidos.

  A passagem do bairro Nova Cidade para o São Francisco, com a força das águas, foi totalmente destruída com o transbordar do córrego que passa por aquele lugar. A força da Natureza foi bem maior do que a barreira que foi colocada para impedir o estrago que acabou acontecendo. As imagens dão uma mostra do que aconteceu e o estado em que ficou a passagem.    

                  

Já a cidade de Pocrane, distante cerca de 35 km de Ipanema, foi bastante afetada pela enchente dos últimos dias 10 e 11, com boa parte do município e, principalmente, na área urbana, onde ruas se transformaram em verdadeiros rios, a tal ponto de carregar uma pessoa, como mostra um vídeo publicado nas redes sociais. Veja as fotos...




Estradas foram interrompidas, pontes destruídas e a cidade debaixo d'água. Muitos perderam tudo que tinham (de móveis, utensílios domésticos, roupas e outros pertences



Em Pocrane as águas invadiram praticamente toda a cidade e alguns córregos como na Barra da Figueira. Lá as casas foram, quase todas, tomadas pelas águas da chuva que caiu na quinta-feira, dia 10.





19jan2026 - Economia - Medicamentos para emagrecer viram aliados das empresas aéreas

   Medicamentos para emagrecer viram aliados inesperados das empresas aéreas. Análise mostra que redução de peso médio dos passageiros tem impacto direto nos custos com combustível
   Wall Street está descobrindo um beneficiário inusitado da popularização dos medicamentos para perda de peso nos Estados Unidos: as companhias aéreas.
   Com a chegada dos primeiros comprimidos à base de GLP-1 - substância originalmente usada no tratamento do diabetes tipo 2 - analistas do Jefferies afirmam que uma sociedade mais magra pode ajudar a reduzir o combustível utilizado, que é o maior custo operacional das aéreas.
   Segundo o relatório do grupo obtido pela CNBC, uma sociedade mais "enxuta" implica em um menor consumo de energia. O banco estima que uma redução de 10% no peso médio dos passageiros pode cortar até 1,5% nos custos com combustível, e gerar aumento de até 4% no lucro por ação das principais companhias americanas. 
    A projeção é baseada em um cálculo simples: menos peso transportado equivale a menos gasto com querosene de aviação. O peso é um dos principais fatores que afetam a eficiência das aeronaves, reconhecido por fabricantes como a Boeing.   
   A popularização dos medicamentos pode ganhar ainda mais força com a aprovação, nos próximos meses, de novos produtos orais, eliminando a necessidade de aplicação via injeção.
   Pacientes nos EUA já têm acesso ao comprimido da Novo Nordisk e a um concorrente da Eli Lilly. A expectativa é que a conveniência traga uma nova leva de usuários em busca de tratamento para obesidade.

Impacto direto no balanço
   A Jefferies usou como referência o modelo 737 Max 8, da Boeing. A aeronave tem peso operacional vazio de 99 mil libras (cerca de 45 toneladas). Em voos com 178 passageiros, cada um pesando em média 180 libras (cerca de 81,5 quilos), o total de peso humano a bordo soma cerca de 32 mil libras (cerca de 14,5 toneladas)
   Se o peso médio cair 10%, isso significaria 3.200 libras (cerca de 1,4 tonelada) a menos - aproximadamente 2% do peso total de decolagem. A economia seria multiplicada por milhares de voos ao ano.
   Só em 2026, as quatro maiores aéreas dos EUA - American Airlines, Delta, United e Southwest - devem consumir 16 bilhões de galões de combustível, ao custo médio de US$ 2,41 por galão. A fatura de combustível deve ultrapassar US$ 39 bilhões, ou cerca de 19% das despesas totais do setor.
   Com a estimativa de que cada 1% de redução de peso melhora a eficiência do combustível em 0,75%, o banco projeta que um corte de 2% no peso total da aeronave pode elevar o lucro por ação em até 4%.
   A American, por exemplo, teria o maior ganho estimado: 11,7% de aumento no LPA, diante da sua alta alavancagem operacional. A Southwest viria em seguida, com 4,2%, seguida por United (3,5%) e Delta (2,8%).



O setor aéreo historicamente adota medidas rigorosas para reduzir peso e, com isso, economizar combustível. Em 2018, a United Airlines trocou o papel de sua revista de bordo por uma versão mais leve, reduzindo 30 gramas por exemplar. A medida economizou 170 mil galões de combustível por ano, o equivalente a cerca de US$ 290 mil na época.