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terça-feira, 11 de junho de 2019

Marinha do Brasil comemora data histórica!


Marinha comemora 154 anos 
da Batalha Naval do Riachuelo

Com a ajuda do historiador Maurim Rodrigues, selecionamos algumas curiosidades sobre o mais decisivo confronto da
Guerra do Paraguai, travado entre brasileiros e paraguaios
no dia 11 de junho de 1865.
Protásio de Morais Secom/MT

Cópia do original de Vitor Meirelles: a Batalha Naval do Riachuelo. Autor: Oscar Pereira da Silva (1867-1939). - Foto por: Reprodução

Desde a idade antiga, as guerras fazem parte da história da humanidade. Algumas tão terríveis que seria melhor esquecê-las. Entretanto, lembrá-las é uma maneira de evitá-las... ou deveria ser. Há 154 anos, uma batalha específica, travada num dos afluentes do rio Paraguai, na bacia do Prata, marcou a história do povo brasileiro e envolveu diretamente o Estado de Mato Grosso. No Dia da Marinha Brasileira, comemorado em 11 de junho, este texto fará uma incursão apenas pela Batalha do Riachuelo, um pequeno, porém decisivo episódio da Guerra do Paraguai.

A famosa Batalha Naval do Riachuelo, ou simplesmente Batalha do Riachuelo, foi travada no dia 11 de junho de 1865 e é considerada uma das mais decisivas da Guerra do Paraguai. Uma das muitas batalhas dessa guerra que persistiu de 1864 a 1870. 
Para o historiador Maurim Rodrigues Costa – professor há mais de 35 anos - existem algumas versões para as motivações da mais sangrenta guerra da América do Sul. Além da versão revelada pelos militares, que ganhou força com a proclamação da república, existem outras duas vertentes famosas sobre a Guerra do Paraguai, de acordo com o professor Maurim.
“O ponto de vista do historiador Júlio José Chiavenato, revelado em seu livro - A Guerra do Paraguai, de 1960 - apresenta uma visão economicista. A teoria elege a Inglaterra como a grande vilã da guerra, responsável por financiar a Tríplice Aliança por interesses econômicos”, resume.
Outra teoria é a do professor da Universidade de Brasília, Francisco Doratioto, impressa no livro “Maldita Guerra”, lançado em 2002. “Uma crítica às versões anteriores.  Mais do que batalhas e personagens, as pesquisas de Doratioto trazem o lado humano, social e político do conflito. O livro dele virou referência no assunto, especialmente no que se convencionou chamar de ‘Nova História da Guerra do Paraguai’”, revela.
Diante de tantas linhas de pensamento, vamos nos ater a simplificar a Guerra do Paraguai baseada na versão dita oficial ou mais publicada pela historiografia brasileira.
A origem do conflito
A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado ocorrido na América do Sul. E a Batalha do Riachuelo foi decisiva para as resoluções da guerra. Mas antes de chegarmos ao mais influente combate desse conflito, precisamos compreender os motivos que levaram Paraguai, Brasil, Uruguai e Argentina a derramarem sangue por mais de meia década.     
Em 1862, após a morte do ditador paraguaio Carlos Antônio Lopez, assumiu o poder seu filho, Francisco Solano Lopez. Ele iniciou amplas reformas no país, modernizando suas indústrias e, principalmente, as forças armadas. Entretanto, o Paraguai não possuía uma saída para o mar. Então, Solano Lopez iniciou uma parceria com Atanasio Cruz Aguirre, que liderava um governo provisório no Uruguai. Lopez pretendia, com essa parceria, obter livre trânsito fluvial até o Atlântico, podendo estabelecer assim, contato comercial com a Europa.
No entanto, em 1864, graças a uma intervenção brasileira, Atanasio Aguirre foi deposto no Uruguai, prejudicando assim os planos paraguaios. Como represália, Solano Lopez aprisionou o vapor brasileiro Marquês de Olinda.  O navio brasileiro navegava rumo a província de Mato Grosso, transportando Frederico Carneiro de Campos, o novo presidente da região, que morreria vítima de maus tratos.
Nomeado presidente de Mato Grosso em 1864, Frederico Carneiro de Campos
viajava para tomar posse, capturado por Solano Lopez, um dos fatos
que dariam início à guerra contra o Paraguai
Algumas semanas depois, no início de dezembro de 1864, antes mesmo de declarar guerra, Solano Lopez invadiu a província de Mato Grosso, dando início a Guerra do Paraguai. “Nessa época, o Paraguai tinha forças militares muito bem armadas e organizadas, superiores as forças argentinas e brasileiras. Alcançando assim grandes e importantes vitórias nos primeiros meses da guerra. Naquele tempo, praticamente não haviam estradas e as notícias, que iam a cavalo, demoravam a chegar para o imperador Dom Pedro II”, explica o professor Maurim.  
Nesse meio tempo, as forças paraguaias contaram com passagens, praticamente livres, pela região, invadindo Corrientes, na Argentina, a partir de onde pretendiam invadir o Rio Grande do Sul e o Uruguai.
Na primeira fase da guerra, entre 1864 e 1865, o Paraguai avançou imparável pela Argentina e pelo Brasil, conquistando amplas regiões. “Um primeiro passo importante para Solano Lopez, que sonhava com o “Grande Paraguai”, um país que se estenderia até o oceano Atlântico, passando pelo norte da Argentina e por todo o sul do Brasil, abrangendo também o Uruguai”.
A Tríplice Aliança
Para fazer frente aos planos de Solano Lopez, no primeiro dia de maio de 1865, o Brasil, a Argentina e o Uruguai assinaram, em Buenos Aires, o Tratado da Tríplice Aliança contra o Governo do Paraguai.
Algumas pesquisas indicam que, mesmo as forças combinadas desses três países (totalizando 40 mil soldados), no início da guerra, eram inferiores aos 80 mil soldados do Paraguai. “Mas o Brasil tinha uma vantagem enorme, sua marinha de guerra era composta por 42 navios, mais de 200 bocas de fogo e 4 mil homens bem treinados. Os aliados sabiam que a única forma de vencerem as forças paraguaias era por meio de ações navais na bacia do Prata, com o objetivo de isolar as várias unidas terrestres paraguaias espalhadas pela Argentina e Brasil”, analisa o professor. 
A batalha naval
Sem estradas, era pela bacia do Prata que os exércitos se comunicavam, transportando ordens, munições e suprimentos. Assim, quem dominasse os rios, estaria um passo à frente do adversário. “Solano Lopez sabia disso e assim planejou um ataque surpresa contra a esquadra brasileira, ancorada ao longo do arroio Riachuelo, um dos afluentes do rio Paraguai, na província argentina de Corrientes”.
O plano era atacar os navios brasileiros nas primeiras horas da madrugada do dia 11 de junho de 1865, mas algumas embarcações paraguaias tiveram problemas. Com o atraso, o fator surpresa foi por água a baixo. A esquadra brasileira liderada pelo então almirante Francisco Manuel Barroso da Silva foi alertada às 9h da manhã, sobre a aproximação dos navios paraguaios. Rapidamente entrou em formação de batalha.
A força paraguaia era formada por oito navios com 38 bocas de fogo, 1200 atiradores do exército e alguns canhões estrategicamente posicionados nas barrancas da foz do Riachuelo. O ataque começou com a frota paraguaia descendo o rio e atacando a frota brasileira. Com a troca de tiros, algumas embarcações de ambos os lados foram danificadas.
Próximo das 11h, tem início a segunda carga, dessa vez é a frota brasileira que toma iniciativa e segue em direção ao inimigo. Os canhões paraguaios posicionados nas encostas abrem fogo e danificam seriamente a Corveta Belmonte (navio de guerra que serviu a Armada Imperial Brasileira). Por volta do meio dia, a situação da frota brasileira é crítica, com dois navios encalhados e a Corveta Parnaíba correndo risco de ser capturada.
"A Vitória da Armada Imperial na Batalha Naval do Riachuelo” pintura de Eduardo de Martino, 1875.
“Mas quando tudo parecia perdido, por volta das 13h, duas embarcações brasileiras chegaram para socorrer a Corveta Parnaíba, obrigando os paraguaios a abandonarem a abordagem. A bandeira brasileira foi novamente hasteada. Às 14h, a batalha estava indefinida, com muitas baixas de ambos os lados”, detalha.
A Fragata a vapor Amazonas, da frota brasileira, avançou águas a cima lançando-se contra o Vapor Jejuy (navio de guerra da Armada Paraguaia), que naufragou. Em seguida, a Fragata Amazonas de Barroso atacou várias outras embarcações, desmontando a frota paraguaia que se viu tragicamente reduzida a cinco navios, batendo em retirada às 17h30.
Com a vitória brasileira, o Paraguai perdeu grande parte da sua força naval, dando à Tríplice Aliança, o controle sobre bacia do Prata, resultando no isolamento das várias unidades terrestres paraguaias que combatiam na Argentina e no Brasil. Apesar do Paraguai ainda possuir uma força terrestre superior, sem o controle da bacia Platina, as tropas de Solano Lopez foram obrigadas a recuar, iniciando uma longa e desgastante guerra defensiva.
Consequências
A Batalha Naval do Riachuelo impôs uma séria derrota ao Paraguai. Embora a guerra tenha se prolongado até 1870, a vitória nessa batalha foi determinante para o avanço dos aliados, contribuindo para a derrota paraguaia.
Quando o assunto é Guerra do Paraguai, existem muitas pesquisas que divergem em alguns pontos, números e motivações. Entretanto, é certo que todos os pontos de vista consolidam o entendimento de que, à época, quem dominava os rios dominava a guerra.  
“Uma legitima e intrigante batalha naval nos rios do Prata. Foi travada nos espaços reduzidos dos rios, com bancos de areia que tornavam as manobras difíceis, exigindo daqueles que desconheciam a região, maior agilidade e capacidade de decisão”, atribui o professor Maurim.
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* Este texto é uma homenagem à nossa Marinha do Brasil e sus briosos combatentes

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

1º Moto Niver em Ipanema

Motociclistas fazem
1º Moto Niver em Ipanema
Mais de 80 motociclistas se reuniram na Praça Coronel Calhau, no dia 6 de janeiro, para comemorar mais um aniversário dos Guardiões de Ipanema, grupo de motociclistas da cidade e municípios vizinhos.




Como sempre a camaradagem e  amizade reinam entre eles e todos colaboram para que um evento onde estejam participando seja sempre bem comentado. 






Grande parte deles vem acompanhados de suas namoradas ou mesmo as esposas e amigas para passarem momentos de descontração e deixar rolar aquele papo alegre que uma constante dessa turma ordeira.






A praça foi tomada por todos e participaram de um almoço pelo aniversário do Paulo Machado, vice-presidente dos Guardiões de Ipanema, contando ainda com a presença do prefeito Dr. Walter Paulo de Oliveira.



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sábado, 5 de janeiro de 2019

Confraternização em Ipanema!

Confraternizando!



Com a presença da maioria dos funcionários e dirigentes da Casa do Fazendeiro e Rações Ipanema foi realizado um jantar de confraternização nas dependências, ao ar livre, da fábrica de rações.


Mais cedo houve a preparação do local, as cozinheiras dando conta do recado e fazendo uma comida saborosa; o churrasqueiro a postos e começando mais cedo a acender a churrasqueira e botar as carnes para assar.


O pastor Fernando, da Igreja Batista de Ipanema, atendendo chamado dos empresários da Casa do Fazendeiro, falou sobre estarmos ali reunidos e da importância da empresa nas vidas de seus funcionários e fez uma oração com a participação de todos os funcionários presentes, familiares e convidados.


Os empresários, donos da Casa do Fazendeiro e da Rações Ipanema
Foi servido o jantar composto de arroz, farofa, vinagrete, carnes e linguiças, refrigerantes e, ao final, doces como sobremesa...
Um momento agradável, que faz com que as pessoas se aproximem mais e sintam que são iguais, úteis ao que se propõem os empresários e que há um reconhecimento da sua atuação na sucesso da empresa.

Agradeço pelo convite, feito pelo amigo José Antonio, um dos funcionários mais antigos da empresa que nos deu o prazer de participar de um momento tão especial para ele e seus colegas de trabalho.


A gente torce, sempre, pelo sucesso de quem investe no ser humano dando-lhe trabalho para ter uma vida digna. Assim é esse empresa, genuinamente ipanemense.                                          (Claudio Vianei - 054jan2019)

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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

18dez2018 Entrevista com Vereador Jeferson Abdala


Com o comparecimento de todos os vereadores, a Câmara Municipal de Ipanema realizou na segunda-feira, dia 17 de dezembro, sua última reunião ordinária do ano.

Logo após a abertura da sessão, com a costumeira chamada dos presentes, o presidente deu início à reunião que não durou muito tempo e o projeto que estava em pauta para análise e votação, enviado pelo Executivo Municipal, foi retirado de pauta para melhor análise e deve ser votado na próxima sexta-feira em reunião extraordinária, em horário ainda não marcado.
Estavam presentes à reunião vários membros do secretariado municipal, além do prefeito Dr. Walter Paulo de Oliveira. Os ex-vereadores Edson Bernadino e Alberto do Lilico, também estiveram presentes.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Polícia Federal prende Deputado João Magalháes


Operação Capitu prende

Deputado João Magalhães 

 Deputado João Magalhães com o Vereador Rafael Victor
A Operação Capitu um desdobramento da Lava Jato e feita em conjunto com a Receita Federal e baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB.
João Magalhães com eleitora e o prefeito de Ipanema Dr. Walter

A Polícia Federal prendeu na manhã de 9 de novembro, o vice-governador de Minas Gerais Antonio Andrade (MDB), em investigação sobre suposto esquema na Agricultura. Os 

crimes teriam ocorrido durante o governo de Dilma Rousseff (PT) e os agentes ainda cumprem 63 mandados de busca e 19 de prisão no Distrito Federal, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso, em desdobramento da Operação Lava Jato, um desses é contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, que está preso no Paraná... Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.


Além de João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG, foram presos Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ministro da Agricultura de março a dezembro de 2014 (A PF fez buscas no gabinete do vice-governador de MG. Ele foi preso em uma fazenda em Vazante, no Noroeste de Minas Gerais), Joesley Batista, um dos donos da JBS, Ricardo Saud, executivo da JBS, Demilton de Castro, executivo da JBS, Neri Geller, deputado estadual eleito pelo PP de MT e ministro da Agricultura de março a dezembro de 2014, Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária, Mateus de Moura Lima Gomes, advogado, Mauro Luiz de Moura Araújo, advogado, Ildeu da Cunha Pereira, advogado, Marcelo Pires Pinheiro, Fernando Manoel Pires Pinheiro...

Durante a campanha deste ano, João Magalhães teve apoio de vereadores e do prefeito
De acordo com o apurado, um esquema de arrecadação de propina funcionava dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo. Segundo as investigações, as empresas doavam dinheiro para políticos e partidos e dois grandes supermercados (BH e EPA), em Minas Gerais, estariam envolvidos no esquema, por meio de seus controladores e diretores.
Pesa sobre o vice-governador a suspeita de que teria beneficiado a JBS com decretos quando era ministro da Agricultura, no governo Dilma e que teria determinado a regulamentação da exportação de despojos, a proibição do uso da ivermectina de longa duração –droga antiparasita– e a federalização das inspeções de frigoríficos. A JBS teria feito pagamentos no valor de R$ 2 milhões pela regulamentação da exportação de despojos e R$ 5 milhões na proibição da ivermectina de longa duração.

Se indiciados, os envolvidos vão responder pelos crimes de constituição, participação em organização criminosa, obstrução de Justiça, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Hoje é o nosso dia é o...


DIA DO RADIALISTA

Eu, como vários colegas de rádio, muitos trabalhando há mais de 30 anos na profissão, por estarmos sempre atrás de microfones, nem sempre somos notados.
Como hoje é um dia especial, quero falar um pouco de alguns colegas de profissão que acabam fazendo parte da nossa vida pela convivência diária, pelas parcerias, pelos momentos difíceis e os bons também, é claro!

Vou tentar falar aqui um pouco cada um que conheço e que conheci e que, muitas das vezes, trabalhamos juntos em alguma emissora, ou nos encontramos nos palcos de trabalho fazendo locuções, mostrando a nossa voz com a nossa comunicação, dom que não é para qualquer um.

Há colegas de trabalho, amigos que a gente faz à distância, que não conseguimos esquecer. Uma dessas pessoas é uma pessoa especial pelo seu caráter, seu posicionamento político que defendeu com unhas e dentes (nem ameacei fazer comentários!), é poetisa das boas e uma noticiarista de primeira. Seu nome é Magaly Reinaldo, com quem tive o prazer de  tê-la durante mais de dois anos participando nas tardes do meu programa Rádio Alegria.
Para ela vai  minha homenagem especial pelo dia de hoje. Parabéns, Meg!
Magaly Reinaldo

 
Wilson Rocha
Uma lembrança viva em nossa memória é do Wilson Rocha é um dos mais conhecidos no rádio de Ipanema e região. Em qualquer onde estivesse acontecendo qualquer coisa, lá estava ele com seu gravador, não deixando passar nada. Seu programa era de esportes na Rádio Ipanema AM, na cidade de Ipanema, Minas Gerais... Deixou nosso convívio em janeiro de 2017, dias antes de completar mais um ano de vida. Deixou saudades.
Mônica
Moniquinha, começou na Rádio Manhuaçu com o professor de muitos, José Geraldo, que com seu vozeirão ganhou o apelido de "Besouro". Hoje não sei por onde anda, mas sempre foi especial...
Cidinha
Cidinha, nos tempos de Manhuaçu FM (hoje Nova FM) era sucesso com seus programas, inclusive com as crianças, quando, com Claudio Vianei, apresentou o "Domingo Total", em auditório, para a gurizada, que cantava, fazia imitações e concorria a prêmios...
Cidinha, Ronaldão e Marcos Palácio
Destaque para Cidinha, Ronaldão e Marcos Palácio (no inicio da carreira fazia imitações no meu programa, hoje é sucesso no Programa do Ratinho), na Manhuaçu FM, lá pelos anos 91/92... Turma da boa!!! 
José Maria de Moraes
José Maria de Moraes, ainda hoje se apresenta na Nova FM
Em 1992, na Rádio Manhuaçu AM, Geraldo D'Angelo (de barba), Dr. Paulo Roberto (à época Delegado Regional de Polícia), detetive Getúlio Vargas (hoje delegado de Polícia de Manhuaçu) e Claudio Vianei, então repórter da emissora.

Esta charge é do excelente Quinho (hoje no jornal Estado de Minas), publicada no jornal "A Trombeta", em 1992. Uma de suas primeiras publicações em jornal. Aliás, tive o privilégio de ter o primeiro desenho dele publicado no meu Jornal de Bolso. O retratado sou eu... Dá pra notar, né!? Só que hoje estou bem melhor!!!

Claudio Vianei, Jailton Pereira, Conde Antonio, SJ de Moraes e Roberval Antunes
Em 1992, a Rádio Manhuaçu teve um dos programas mais badalados de toda a região. Era o "Alô, Cidade!. O programa tinha uma equipe que causou o maior rebuliço na ocasião. Claudio Vianei (repórter), Jailton Pereira (operador de áudio), 'Conde' Antonio (recepcionista), SJ de Morais (produtor) e Roberval Antunes (apresentador). O programa ia das 7 da manhã até o meio dia, com muita informação e música!
José Luiz é um dos que mais se destacou nos tempos de Rádio e TV Catuaí. Hoje tem sua emissora de TV online... (Certa ocasião, fui fazer uma reportagem em sua casa quando o conheci, então)... No meio da conversa, uma casa que ficava no alto, acima da sua, desabou em cima da dele. Foi um susto e tanto. Grande amigo...
Em Carangola, em 1989, entrevistei i radialista e homem de TV Hélio Costa que mais tarde foi Ministro das Comunicações... Alguém fez o registro...
Eduardo Satil... Dispensa comentários. Como colega de trabalho, como amigo, como profissional, ele é único! Trabalhamos em emissoras diferentes (eu na Manhuaçu e ele na Catuaí), mas éramos concorrentes especiais e nos ajudávamos muito. Bons tempos...
Vantuil Ferreira apresentou durante vários anos o seu programa de rádio sertanejo, talvez o que tenha ficado mais tempo no ar no rádio, na Rádio Manhuaçu AM. Mas já foi locutor de noticiário na emissora durante muitos anos...

Marcelo Costa, também engenheiro civil, apresenta todas as manhãs, desde a morte de Alfeno Dias (outro grande profissional), o programa sertanejo das manhãs da Manhuaçu... Muito bom, por sinal!

[DSC_8116.JPG]
Wilson Rocha (de saudosa memória) apresentava seu programa de esportes 'Almoço com bola' quando o Geraldo Fotógrafo 'clicou' sua câmera. Ele ao microfone, Claudio Vianei, Mariana (filha do Wilson) e o sargento Freitas,
em 2008.

Claudio Vianei, no estúdio da Rádio Ipanema AM, Jairinho, empresário do Grupo Tamma e Ronaldão, da Nova FM.

 Meu amigo Rubem de Bem, ator, radialista, em pose... como dizer... especial!!! Voltou à Polícia Rodoviária Federal, também, depois de anos de luta. Trabalhamos juntos na primeira TV a cabo do Rio de Janeiro, TV Momento... Em 2017, após um infarto, faleceu...

O locutor de rodeios Jardel Carvalho, reuniu no palco Ronaldão,
Wilson Rocha e Claudio Vianei...

A gente lembra de outros colegas como o Pinheiro Filho, Marquinhos de Carvalho, Paulo Mineiro, Moreira Lopes, Cesar Torres (de Inhapim), 
Jorge Monteiro, e Jorge Moreno (ambos RJ), Padre Julio (Manhuaçu), Padre Mundinho (Manhumirim) e todos os colegas da profissão.

PARA TODOS NÓS A NOSSA HOMENAGEM!
(Radialista Claudio Vianei, em 07 de novembro de 2018)