O dólar caiu para R$ 5,19 e atingiu o menor valor em 20 meses. Em dia marcado pela volatilidade, a moeda americana fechou abaixo de R$ 5,20 pela primeira vez em quase dois anos. Afetada pela piora no mercado externo, a bolsa de valores interrompeu a sequência de recordes.
Por que importa: Mesmo com a divulgação de indicadores importantes no Brasil, as negociações foram dominadas pelo mercado internacional. Em decorrência da queda do dólar, o mercado de ações teve um dia de ajustes e os investidores precisaram reagir para lidar com a instabilidade inicial.
E agora? O mercado seguirá atento aos próximos indicadores econômicos e às decisões de política monetária no Brasil e no exterior. A cotação do dólar pode continuar oscilando conforme o cenário internacional e as expectativas sobre juros e crescimento econômico.
Saldo de empregos no Brasil
O saldo de empregos formais em 2025 ficou em 1.279.498 vagas, o pior resultado desde o início da série histórica do Caged. Apesar de ainda positivo, o número ficou abaixo das expectativas do mercado e indica desaceleração na criação de postos de trabalho no ano passado.
Por que importa: Embora o saldo seja positivo, o desempenho inferior ao esperado mostra que o mercado de trabalho perdeu fôlego no período, com crescimento menor do que em anos anteriores. Isso pode refletir desafios mais amplos na economia, afetando consumo, renda e confiança.
E agora? As atenções se voltam para 2026 e os primeiros dados do ano, que poderão mostrar se a geração de empregos retoma vigor ou se a tendência de desaceleração persiste.
Silvicultura mineira e a agroindústria
A silvicultura mineira tem impulsionado a produção tanto no campo quanto na agroindústria, fortalecendo cadeias produtivas ligadas ao setor florestal. O crescimento da atividade amplia a oferta de matéria-prima, movimenta a economia rural e reforça a integração entre produção agrícola e indústria, especialmente em regiões com forte vocação florestal.
Por que importa: A expansão da silvicultura gera emprego, renda e valor agregado, além de abastecer setores estratégicos da economia, como papel, celulose, energia e construção. O avanço da atividade contribui para o desenvolvimento regional e para a diversificação da base produtiva do agronegócio.
Canetas emagrecedoras irregulares na mira da RF
As canetas emagrecedoras estão entre os produtos que mais foram apreendidos pela Receita Federal em 2025 em ações contra o contrabando e importação irregular de mercadorias estrangeiras em Minas Gerais. Os agentes retiraram de circulação, em média, quatro unidades por dia, de um total de 1.405 medicamentos, que precisa do aval da vigilância sanitária para circular.
FGC e credores do Banco Master
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) afirmou que já realizou pagamentos de R$ 32,5 bilhões a 580 mil credores do Banco Master até a tarde de ontem. O montante corresponde a 80,05% do valor previsto e alcança 75% dos investidores com direito à garantia. A estimativa do FGC é da necessidade de aproximadamente R$ 40,6 bilhões para cobrir as garantias do caso.
Café sobe de preço e cai em consumo
A alta nos preços derrubou o consumo de café no Brasil em 2025. Dados divulgados ontem pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) ilustram que a presença da bebida caiu 2,31% entre os meses de novembro de 2024 e outubro de 2025 em comparação com o mesmo período anterior. Eram 21,9 milhões de sacas de 60 kg em 2024, sendo 21,4 milhões no ano passado.
Agro no centro da economia global
No Fórum Econômico Mundial em Davos, mais de 60 chefes de estado e centenas de líderes empresariais debateram sobre temas como economia global, comércio, tecnologia, mudanças climáticas, desigualdade social e segurança. Em um contexto marcado por instabilidades, a agricultura deixou de ser tratada apenas como setor produtivo e passou a integrar o núcleo das discussões econômicas globais. São vários os motivos que colocaram o agro no centro dos debates visando a cooperação internacional.
Brasil está virando uma Suíça…
Segundo dados do IBGE... Os caras fizeram uma maquiagem pra dizer que a nossa taxa de desemprego está em 5,1%.
Aí o jornal “O Globo” noticia isso pra fantasiar um mérito do governo Lula.
E você não ouse contestar os dados divulgados pelo PT.
Nessa semana, a dona Ana Raquel Gomes da Silva, que trabalhava há 40 anos no IBGE, foi exonerada. O motivo? Ela denunciou que as pesquisas do IBGE são usadas como propaganda política.
Pois é… mudança do Brasil não é missão para fracos!
Somente com a vitória na guerra da cultura e informação é que a gente vai conseguir tirar o poder da esquerda. Então, vamos à luta. (Te Atualizei)

