Bateu, bateu e acabou caindo para a Espanha que é...
A Argentina perdeu a final da Copa do Mundo para a Espanha, neste domingo (dia 19), nos Estados Unidos. Com a derrota, o atacante Lionel Messi terminou a participação no torneio sem nenhuma premiação. Isso porque, a Fifa não o consagrou como o melhor jogador do Mundial. O prêmio foi para o meia Rodri, da seleção espanhola.A gente não pode afirmar que houve facilitação para que a argentina chegasse à final da Copa 2026 da Fifa, mas que dá para desconfiar, lá isso dá, senão, vejamos: desde a primeira partida em que a seleção argentina entrou em campo, o que se viu foi um massacre dos jogadores da camisa azul e branca contra os adversários e cometendo faltas escandalosas e os árbitros nada de apontar cartões para os "hermanos". Eles usam uma tática em que empurram o adversário e jogam o corpo para trás simulando que a falta foi feita pelo que foi agredido. Fácil de enganar o homem do apito? Claro que não, a menos que esteja mancomunado com algum esquema anteriormente combinado...
E a bola? Quem assistiu a última partida da França deve ter notado que a bola tomava uma direção impossível com relação à sua trajetória real. Tanto que o Mbappe, o jogador que mais marcou nessa Copa, desconfiou e levantou a suspeita de que "poderia haver algo dentro dela que, talvez, a manipulasse à distância". Será? Será que a Fifa tramou algo para facilitar alguma equipe? O tempo dirá.
Mas, falando do futebol e da partida de ontem, a Espanha jogou muito, dominou o tempo todo, mas só aos 106 minutos, já na prorrogação, que marcou o gol da vitória sobre a Argentina que lhe rendeu o bicampeonato mundial - o único deste século.
O roteiro repete o sufoco de 2010, no primeiro título, quando Iniesta também marcou no tempo extra. O autor do gol neste domingo foi o atacante Ferran Torres, do Barcelona. Com a vitória, a Espanha iguala a França e o Uruguai, que já tinham duas taças cada, e amplia a vantagem europeia em número de títulos, com 13, contra 10 dos sul-americanos.
A Fifa elegeu o volante Rodri como o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026 e conquistou a Bola de Ouro do torneio. A Espanha sai com a melhor defesa da história da Copa do Mundo, com apenas um gol sofrido em oito jogos - o que rendeu o prêmio Luva de Ouro para o goleiro Unai Simón. O Brasil segue o maior campeão da história das Copas.
Lionel Messi, hoje com 39 anos, no final dessa Copa, possivelmente marcou sua despedida dos mundiais e um recorde negativo: a Argentina foi a primeira seleção a não ter nenhuma finalização em tempo normal em uma final de Copa do Mundo na história. O time ficou absolutamente apático até o segundo tempo da prorrogação. A Espanha, no tempo regulamentar, finalizou 15 vezes. Este ano saiu de mãos vazias e abanando!
Muitas inovações aconteceram nesta edição: o intervalo da final teve shows de Madonna, BTS, Justin Bieber, Shakira (que foi um show à parte), entre outros, e durou quase 30 minutos, 13 a mais do que o permitido pelas regras do futebol.
Na partida definindo o 3º lugar, entre Inglaterra e França, no sábado, foi um dos jogos mais divertidos da Copa. Os ingleses ganharam por 6 a 4, depois de ter aberto uma vantagem de quatro gols ainda no primeiro tempo. Foi a quinta partida com mais gols na história dos Mundiais.
O francês Mbappé, com os dois gols marcados no sábado, se tornou o maior artilheiro das Copas e o único jogador a ser artilheiro de duas edições de Copa do Mundo: em 2022 ele marcou oito gols e em 2026 marcou contra os adversários por 10 vezes.
Alain Berset, secretário-geral do Conselho da Europa, divulgou na manhã da final, um comunicado com críticas a questões políticas relacionadas à Copa do Mundo e propôs à Fifa a criação de um espaço de diálogo permanente para discutir medidas que garantam a integridade do futebol. Berset descreve a edição de 2026 como um torneio de “pergunta atrás de pergunta”. “A próxima crise já começou. Ela tem dois nomes: dinheiro e poder”, está no texto.
Coisa feia fez a Argentina
A atitude da Argentina após a derrota para a Espanha na final da Copa do Mundo virou alvo de duras críticas na imprensa espanhola. Um dia depois da decisão, jornais como "Marca" e "Diario AS" classificaram o comportamento da alviceleste durante a cerimônia de premiação como uma "falta de respeito" ao campeão.A cobertura do diário foi além do relato dos acontecimentos e tratou o episódio como uma quebra de um dos principais códigos de respeito do futebol. Em um artigo de opinião, o diretor do jornal, Juan Ignacio Gallardo, afirmou que a seleção comandada por Scaloni não soube lidar com a derrota e transformou o encerramento da decisão em um momento lamentável.
– Todos os jogadores da alviceleste viraram as costas para a seleção espanhola enquanto ela erguia o troféu. É uma das coisas mais desprezíveis já vistas na história da Copa do Mundo - escreveu.
Gallardo também afirmou que a atitude "mancha para sempre" a imagem da equipe e sustentou que nem mesmo parte dos torcedores argentinos aprovou o comportamento demonstrado após a decisão. Para o jornalista, a frustração pela derrota é compreensível, mas não justifica atitudes consideradas antidesportivas.
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